Colonização em Marte.


📷(crédito: https://www.disneyplus.com/pt-br/series/marte/25Ft4b30mYhq )

A raça humana sempre esteve vulnerável a extinções em massa, seja por meteoros, terremotos ou até maremotos, porém a maior ameaça que se tem hoje em dia são os próprios humanos. Desde que tem se entende que corremos um risco proeminente pelas nossas próprias ações sobre o meio ambiente, criou-se uma consciência coletiva para frear a destruição causada por nós. Entretanto, existem pessoas que não pesam só em preservação da Terra, mas também na colonização de outros planetas, uma espécie de backup da humanidade.

O bilionário Ellon Musk criador da SpaceX, empresa que tem como seu objetivo principal colonizar Marte, afirma que “Se algo horrível acontecer na Terra, ou causado pela natureza ou pelos humanos, nós queremos ter alguma segurança para a vida com um todo”. A ideia de tornar a espécie humana, uma raça interplanetária é umas das possíveis formas de garantir a prosperidade para a humanidade, porém ela possui um ponto negativo, o alto custo de desenvolvimento, o que causa uma recusa por parte da comunidade cientifica. De acordo com a NASA, principal órgão público de exploração espacial norte americana, o custo de 9 viagens até Marte será ao todo de 1,5 trilhões de dólares. É inegável que se trata de um valor exorbitante, e que de certa forma é um investimento de alto risco, que se der certo, seus frutos só serão colhidos num futuro não tão próximo.

A exploração de Marte é algo que tem de ser feito, afinal além de prometer uma maior chance de sobrevivência para vida como um todo, ela incentiva que a humanidade aprimore seus conhecimentos, de modo que construindo novas tecnologias para vencer novos desafios causados pelas condições extremas em outros planetas.