Como o uso das redes sociais e a tecnologia influenciam a saúde mental das pessoas Provavelmente você já ouviu falar desse meme: “em pleno 2022, ano da tecnologia, da copa do mundo”. Pode parecer brincadeira, mas no ano que estamos podemos analisar toda evolução tecnológica, principalmente o uso de smartphones. O celular atualmente é a forma mais fácil de comunicação a longa distância. Antes que demorasse dias para receber uma carta, nos dias atuais, em minutos já escreve uma mensagem por WhatsApp, Instagram ou Telegram. O primeiro smartphone do mundo foi o IBM Simon, que foi lançado no dia 23 de novembro de 1992. Como todos da época, ele era um aparelho grande e pesado, mas que iniciou uma revolução no mundo da telefonia a apresentar um sistema operacional. Hoje em 2022, a marca de telefone Apple lançou iPhone 14. Um telefone bem mais leve, bateria que demora para descarregar, câmera ultra resolução e etc., porém, esse aparelho no Brasil não é nada acessível para grande parte da população. Com valor de 15 mil reais, sendo que, 38,22% da sociedade brasileira ganha um salário-mínimo, pessoas acabam se endividando para obter esse aparelho. Por que pessoas se endividam para ter esse celular? Tem vários fatores! Um deles é para obter fotos mais bonitas nas redes sociais. Ter uma foto bonita nas redes significa mais seguidores e curtidas. A busca incessante por curtidas nas redes, acaba afetando a saúde mental das pessoas. A quantidade de likes na foto é uma ilusão, já que, a maioria dos usuários que marcam a visualização na fotografia você nem conhece. Cerca de 11,3% da sociedade brasileira foi diagnosticada com depressão! As curtidas, fotos de lugares incríveis, corpos esteticamente perfeitos e aquelas famosas ‘metas de relacionamento", são gatilhos para pessoas com tendência a ter depressão. Quando você passa horas navegando nas redes sociais, começa a se comparar com outras pessoas, seu humor começa a ficar entristecido, pode agravar o quadro de saúde mental e iniciar uma depressão. Então se você notar mudanças no seu comportamento, se afaste do Instagram, Twitter e etc. O Brasil não só aparece na pesquisa como se encontra entre os primeiros, ocupando a 5ª posição do ranking. De acordo com a divulgação, até o final de 2021, o país somava cerca de 159 milhões de pessoas acessando as mídias sociais diariamente. Uso diário de redes (principalmente Instagram e Tiktok) pode encadear uma ansiedade. As “famosas” timelines infinitas e vídeos curtos gera uma dopamina muito grande no cérebro, já que, a cada arrastada para baixo, o cérebro se surpreende como uma coisa nova, causando vicio e dependência. A tecnologia e a redes sociais são considerados por alguns pais, estudiosos e pesquisadores como “mal do século”, mas o uso com consciência e responsabilidade, é essencial para uma sociedade melhor. Como qualquer outra coisa na vida, as inovações tecnológicas também têm seus prós e contras. Porém temos que ter autocontrole nas mídias sociais e no armazenamento de dados, e principalmente, o autoconhecimento na hora de parar de mexer no celular ou sair das redes sociais.