LGBTQIAP+ no entretenimento
Algumas representações LGBTQIAP+ no entretenimento, como também recomendações.
Por Giovana Rossi, 2022
Como comunidade LGBTQIAP+ é representada na área do entretenimento? Ou seja, filmes, séries, literatura, etc. Esta comunidade aos poucos está sendo mais apresentada nas mídias, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido.
Apresento-lhes uma pequena lista de filme, séries e livros com a temática LGBTQIAP+:
Filmes:
1. Com amor, Simon:
Este filme se trata de um adolescente gay que tem dificuldade em se assumir. Até que um dia começa a trocar cartas com outro garoto da escola em que estuda, se apaixonando por ele. O filme é uma produção estadunidense, dirigida por Greg Berlanti e foi lançado em 2018. Este filme teve uma grande audiência na época de seu lançamento.
2. Estamos todos aqui:
Estamos todos aqui foi filmado na periferia do Guarujá e conta a história de Rosa, uma garota transsexual que foi expulsa de casa e resolve erguer seu barraco com as próprias mãos. Este filme foi lançado em 2018 e é um curta-metragem brasileiro dos diretores Rafael Mellim e Chica Santos.
3. Paris is burning:
O filme traz entrevistas e cenas de bastidores dos shows e competições – um registro sobre o mundo performático das drags dos anos 90. Esse é um documentário norte-americano de 1991 que percorre o universo das drags queens da periferia novaiorquina, e é dirigido por Jennie Livingston.
Séries:
1. Heartstopper
Heartstopper é uma série que fala sobre o relacionamento de dois garotos que ainda estão no começo de suas vidas afetivas e estão passando pelo processo de descoberta. Mas a trama não foca somente no casal protagonista, como também na diversidade de outros personagens, trazendo mais possibilidades de identificação. Esta série é dirigida por Euros Lyn e foi lançada em Abril deste ano, é uma série inspirada em Heartstopper #1, um livro da autora Alice Oseman.
2. The Owl House:
The Owl House é uma série de comédia e que acompanha Luz, uma adolescente humana auto-confiante que acidentalmente se depara com um portal para o Reino Demoníaco. Lá ela faz amizade com uma bruxa rebelde, Eda, e um guerreiro adoravelmente pequeno, King. The Owl também aborda o relacionamento de Luz, a protagonista, e Amity. Esta série foi ao ar em 2020, com a direção de Ricky Cometa.
3. The Sandman:
Sandman é o responsável pelo Mundo dos Sonhos, tendo acesso aos sonhos de todas as criaturas que sejam capazes de sonhar. A história da série tem início quando ele é preso em 1916, após se envolver em uma briga entre um mago e a Morte. Morpheus só consegue fugir depois de 106 anos em cárcere. A série The Sandman foi lançada em agosto desse ano na Netflix, com a direção de Allan Heinberg.
A representação é bem diversificada, tendo Alex Burgess, Johanna Constantine, Desire, e muito mais. A série foi baseada nas HQs de The Sandman, que também possuem muita representação LGBTQIAP+.
Literatura:
1. Vingadores – A Cruzada das Crianças.
Os Jovens Vingadores retornam em uma saga épica assinada pelos criadores da série Allan Heinberg e Jim Cheung. Quando os poderes de alteração da realidade de Wiccano começam a rivalizar com os da Feiticeira Escarlate, o jovem herói parte em uma busca por todo o Universo Marvel para encontrá-la.
2. The Sun and The Star:
Este livro foi escrito por Rick Riordan, também autor de Percy Jackson e os Olimpianos, e Mark Oshiro. Ainda não foi lançado, mas está programado para ser levado ao público em maio de 2023. Este livro se passa no universo de Percy Jackson, em que os deuses da mitologia grega existem e coexistem com os seres humanos.
3. Vermelho, branco e sangue azul.
A sinopse do livro é: Quando sua mãe foi eleita presidente dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. O livro foi publicado em maio de 2019, pelo autor Casey McQuiston.
Isso apenas nos mostra que cada vez mais a comunidade LGBT está sendo representada nas áreas de entretenimento, mas isso está longe de estar acabado. Ainda temos muito caminho pela nossa frente, muitas sexualidades e gêneros ainda “ignorados”.
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